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Hoje — o painel do dono
A tela que responde, em dez segundos e no celular, se a agenda da clínica vai encher — e onde ela está furando.
Como chegar nesta tela
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01 Para que serve
Para você saber como a clínica está indo sem precisar perguntar para ninguém.
Ela foi desenhada para ser aberta em pé, entre um paciente e outro, com o celular na mão. Por isso os números são grandes e as legendas são pequenas — o que tem que saltar é a grandeza.
Aqui não há nada para preencher nem para clicar por obrigação: a tela inteira é só leitura. Mas todo número é um link: tocar nele abre a lista com nome e telefone de quem está por trás daquele número.
02 Onde esta tela fica na sua rotina
Evolução é de vez em quando, para ver se melhorou. Hoje é o dia a dia. Agenda é para saber onde ainda cabe gente.
03 O que é cada parte, de cima para baixo
- 1Esta semana / Este mês
O botão do canto direito. Ele muda o recorte de tempo dos quatro números e do funil. É a única coisa que se mexe nesta tela.
- 2Os quatro números
- Pacientes novos — quantas pessoas escreveram para a clínica pela primeira vez no período
- Avaliações marcadas — quantas avaliações estão marcadas para acontecer no período (não quantas foram agendadas nele)
- Compareceram — quantas apareceram, e a porcentagem sobre as marcadas
- Vendas realizadas — quantas compraram, e quanto isso deu em reais. Este vem em bronze, a cor do dinheiro
A pergunta que o dono faz é “quantas cadeiras enchem esta semana” — e não “quantos telefonemas a recepção deu”. Por isso marcadas e compareceram olham a data da avaliação, e não a data em que alguém marcou. É o que faz a conta fechar.
- 3O caminho de quem chegou — o funil
Seis degraus: Novo contato · Triagem · Qualificado · Marcou · Veio · Fechou. Cada barra conta quantas das pessoas que chegaram no período andaram até ali.
Entre um degrau e outro aparece uma seta com um número negativo e o motivo: −7 não marcaram avaliação, −3 não vieram no dia. É esta seta que diz onde o dinheiro está vazando.
O funil só conta quem CHEGOU neste período. Se ele misturasse “chegou esta semana” com “fechou de três meses atrás”, os degraus não fechariam e o vazamento seria mentira.
- 4O que precisa acontecer hoje
Quantos contatos a equipe tem para fazer hoje e quantos já estão atrasados, com o nome de quem tem mais.
É informação, não cobrança automática. O sistema não manda aviso para você durante o dia porque alguém demorou a responder — quem cobra é você, quando quiser, olhando esta linha.
- 5O alarme vermelho
“3 pacientes estão esperando resposta há mais de 2 horas. O que espera há mais tempo já são 6h20.”
Ele só aparece quando existe. Não há uma linha dizendo “0 pacientes esperando”: aviso que aparece todo dia treina a pessoa a não olhar a tela.
- 6Dinheiro parado na caixa de entrada
O cartão bronze. A conta é simples e está escrita nele: quantas pessoas escreveram para a clínica e nunca receberam uma única resposta, vezes o ticket médio dos seus tratamentos.
Não é projeção nem estimativa: é subtração. Cada real ali tem nome e telefone, e o cartão abre a lista.
Ele não tem recorte de período de propósito — quem foi ignorado em março continua ignorado hoje.
Quando ninguém ficou sem resposta, o cartão vira verde e diz isso. Ele não some: essa é a linha que precisa continuar assim.
- 7A linha do fim
Uma frase só, comparando o tempo de resposta deste período com o anterior. É o resumo do que melhorou ou piorou no atendimento — nunca uma lista de cobranças.
04 O que fazer aqui
Uma leitura completa leva dois minutos, e você não precisa fazer todo dia.
- •Escolha o período
Esta semana para o dia a dia; este mês para ver se o mês vai fechar.
- •Leia os quatro números da esquerda para a direita
Eles contam a história inteira em uma linha: chegou tanta gente, marcou tanto, apareceu tanto, comprou tanto.
- •Procure a maior seta negativa do funil
É o degrau que mais vaza. É ali que a mesma hora de trabalho rende mais — e é a única coisa desta tela que vale virar conversa com a equipe hoje.
- •Toque na seta e veja quem são
A lista abre com nome, telefone e o motivo de cada um ter parado ali. Deixa de ser estatística e vira gente.
- •Se o alarme vermelho estiver na tela, resolva ele primeiro
Paciente esperando há horas é o problema mais barato de consertar e o mais caro de deixar.
- •Olhe o dinheiro parado uma vez por semana
Se ele estiver subindo, alguém não está dando conta do volume — e a conversa é sobre gente, não sobre sistema.
05 Por que isso está aqui
A lei dos dez segundos. Dono de clínica não abre painel: ele espia entre um paciente e outro. Se em dez segundos ele não souber se a semana está boa, ele nunca mais abre. Por isso são quatro números, um funil e uma lista — e nada mais.
Nenhum número é decorativo. Se um número está na tela, ele abre a lista de gente por trás dele. Painel que não abre é cartaz: bonito, indiscutível e inútil — exatamente o que dono de clínica já recebe de agência todo mês.
O funil mostra o vazamento, não só os degraus. Um funil comum responde “quanto”. Este responde “onde e por quê”, que é a pergunta que você realmente tem. Saber que 40 pessoas chegaram não muda nada; saber que 12 foram qualificadas e não marcaram avaliação muda a sua semana.
O dinheiro parado é a peça mais dura da tela, e ela é honesta. Com tratamento entre R$ 9 mil e R$ 18 mil, dez pessoas ignoradas são cento e oitenta mil reais na mesa. Se o ticket médio não estiver no cadastro, o cartão mostra só a quantidade de pessoas e diz que falta o ticket — chutar valor na frente do dono é a maneira mais rápida de perder a confiança dele no painel inteiro.
Nenhuma porcentagem inventada. Toda taxa que não tem base vira um traço, nunca zero. Clínica que acabou de entrar tem zero em tudo, e um “0%” lido como desempenho é injusto com quem começou ontem.
06 Quando usar — e quando não
Venha aqui para
- Saber se a semana está boa sem perguntar para ninguém
- Achar onde a clínica está furando — a maior seta negativa
- Ver quem foi ignorado e cobrar com nome na mão
- Preparar a conversa com a equipe, sobre fato e não sobre sensação
Para isso, é outra tela
- Comparar com antes da Revon → Evolução
- Ver onde tem horário livre → Agenda da clínica
- Mudar como o sistema funciona → Como a sua operação está configurada
07 Dez segundos que viram uma decisão
Terça, 11h. A Dra. Helena abre o painel no celular entre duas pacientes.
18 pacientes novos · 9 avaliações marcadas · 7 compareceram (78%) · 3 vendas · R$ 38.400.
No funil, a seta maior está entre Qualificado e Marcou: −6 não marcaram avaliação. Ela toca. Abre a lista: seis nomes, seis telefones, todos qualificados nos últimos dez dias e nenhum com data.
Embaixo, o cartão bronze: R$ 24.000 — 2 pacientes escreveram e nunca receberam resposta.
Ela fecha o celular. Na conversa com a Fernanda no fim do dia, ela não diz “precisamos melhorar o atendimento”. Ela diz: “tem seis pessoas qualificadas sem data e duas que nunca foram respondidas. Consegue puxar essas oito amanhã de manhã?”
08 Deu errado?
Quer dizer que não há base para a conta — por exemplo, nenhuma avaliação marcada no período, então não existe “porcentagem dos marcados”. O sistema prefere o traço a mostrar um número que não significa nada.
Ninguém chegou neste período. Troque para este mês ou espere: assim que o primeiro paciente escrever, o caminho dele até a cadeira aparece aqui.
Falta o ticket médio no cadastro da clínica. Fale com a Revon: com esse número preenchido, o cartão passa a mostrar o valor.
Repare no recorte: avaliações marcadas conta as que acontecem no período, não as que foram agendadas nele. E o funil só conta quem chegou no período — quem chegou mês passado e fechou agora não entra no funil desta semana, mas entra em vendas realizadas.
Este login não está ligado a nenhuma clínica. É cadastro, não defeito. Fale com a Revon — resolve em um minuto.
09 De onde vem, para onde vai
10 Quem entra aqui
Esta tela é do dono ou gestor da clínica. Quem atende não vê o painel: a tela dele é a fila do dia. A Revon consegue abrir este mesmo painel em modo de leitura para dar suporte.